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Álcool

         Trata-se de um líquido incolor que sob o aspecto químico é tecnicamente um hidrocarboneto. Isto é, composto de carbono e água, tem a sua graduação de 75°, 95° e 99°, são álcoois rectificados tirados da fermentação de vários produtos com substâncias diversas transformáveis em álcool.

             Estas substâncias são:

    a)- Substancias que contêm matérias alcoolizáveis, directamente fermenteciveis tais como: uvas, cerejas, figos, peras, maças, e todos os frutos que produzem mostos doces os quais depois de fermentados dão líquidos alcoólicos destiláveis.

    b)- Substancias alcoolizáveis que podem fermentar indirectamente tais como: beterraba, cana-de-açúcar, topinabo, cenoura, nabo, palha de milho, e todas as substâncias, que na sua constituição entrem princípios açucarados já formados, estas substancias tem que ser esgotadas pela água e invertida (a sacarose é transformada em glucose) pela acção do ácido sulfúrico.

    c)-Substancias, que embora não tenham açúcar formado podem entrar em fermentação alcoólica por meio de sacarificação, que é a conversão em açúcar de alguns produtos que o contenham, tais como: batata, centeio, cevada, aveia, trigo, milho, arroz, favas, castanhas, etc.

E também o suco de algumas flores.

O amido que estes produtos contêm é transformado em glucose, que depois de fermentado e destilado, dá álcool.

         O produto da destilação dos líquidos alcoolizáveis das duas últimas categorias, são álcoois industriais. Geralmente as matérias-primas empregues fornecem um líquido açucarado que, fermentado pela acção das leveduras alcoólicas, dá origem ao produto alcoolizado de onde se extrai o álcool por meio de alambique.

         O álcool absoluto (espirit ardent) não é costume empregar-se no estado de pureza, mas sempre associado a certa quantidade de água.

         A sua densidade á temperatura de 15° é de 0.794 e ferve a 78°, sem alteração; na pressão ordinária, congela á temperatura de 112°; a densidade do seu vapor é de 1.6133, os vapores do álcool misturados com o ar, transformam-se em aldeidos e ácido acético.

         O álcool ocupava noutros tempos, em terapêutica, papel muito mais importante do que nós lhe conhecemos hoje. Desde o tempo de Arnaud Villeneuve que o apresentava como um meio de remediar muitas doenças pelo seu uso interno. Foi sempre administrado como medicamento tónico. Foi Carmichel Smith que chamando a atenção para a utilidade do vinho em certas doenças, demonstrou as vantagens incontestáveis do álcool.

         É um composto orgânico caracterizado pela função ovidrilo OH o mais importante do grupo do álcool ordinário ou etílico C2H5OH (Etanol) obtido por fermentação dos glúcidos de muitos frutos, ou, por via química, a partir do acetileno e do etileno.

         Entra na composição de bebidas.

         São considerados superiores os álcoois propílico que ferve a 98.5°, o butílico que ferve a 106.5° e o amílico que ferve a 129° com 3,4 ou 5 átomos de carbono.

         Os álcoois dizem-se primários, secundários ou terciários, consoante a natureza respectiva do átomo de carbono. Os primários dão aldeidos, os secundários originam a acetona, nas mesmas condições os álcoois terciários não oxidam.

         Classificam-se ainda em mono álcoois (ou monois), e poliélcoois (ou polois), consoante haja um ou mais grupos oxidrilos na molécula. Reagindo com os ácidos, os álcoois dão origem a ésteres.

 

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