.... SABER COMER E SABER BEBER ............................... Bom serviço na restauração

Vinhos Verdes

 

Introdução


A impressionante beleza da região do Minho serve de cenário à Rota dos Vinhos Verdes. Percorrer esses caminhos é descobrir as origens e sabores da milenar cultura vinícola e mergulhar a fundo na História de Portugal, sendo três os percursos propostos.

O primeiro convida a visitar "Três Cidades de Encanto": Guimarães, corte do condado portucalense, Braga, a cidade dos arcebispos, e Amarante, com a sua bela ponte sobre o rio Tâmega.

No segundo percurso, "Do Cávado ao Lima", visitamos Barcelos, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Ponte da Barca e Arcos de Valdevez, localidades nas margens do rio Lima.

"Da Costa à Serra" é o percurso fronteiriço com a Galiza, onde se descobrem os encantos de Caminha, Vila Nova de Cerveira, Valença e Monção, "capital" do tão apreciado Alvarinho.


As portas estão abertas e os percursos sinalizados para uma viagem pelas mais belas paisagens da região, numa recepção vitivinícola de alta qualidade. Os itinerários são pincelados por quintas, solares, casas e adegas cooperativas com muitos anos de tradição ao sabor da uva.

Visitar estas casas é uma verdadeira viagem às riquezas do passado. De uma beleza inigualável, muitos destes solares são hoje um marco da qualidade do turismo rural em Portugal.

Cada momento passado na região é enaltecido pelo sabor numa envolvente e privilegiada relação com a Natureza.

           O Vinho Verde pode considerar-se, com fundamentada razão, um produto directo e naturalmente derivado do condicionalismo regional e sem artifícios tecnológicos.

Daí que a sua tecnologia seja extremamente simples, por se integrar num conjunto estável, que fundamenta a afirmação dele ser o que for a vinha que o produz.

Derivado de mostos medianamente ricos em açúcar, mas ricos em ácido, de pH baixo, com suficientes teor de azoto, as fermentações são fáceis e totais. Como defeito pode-se apontar precisamente a facilidade e rapidez com que decorre o trabalho fermentativo, o que provoca brusco aumento de temperatura que, em especial nos vinhos brancos, é preciso dominar para obter o máximo de qualidade.

Uma técnica correcta, que pode parecer mesmo simplista a quem esteja desprevenido, limita-se, para além de uma higiene total da adega e do material vinário - e aí reside grande parte do seu requinte - a procurar garantir à flora zimológica regional favorável as melhores condições de trabalho.

Não são precisas, nem desejáveis, ou aconselháveis, correcções ácidas ou desacidificações dos mostos.

Com a entrada na União Europeia e numa prudente anticipação encarou-se um possível enriquecimento pelo emprego de mosto concentrado e/ou mosto concentrado e rectificado que, no respeito pelo conceito de genuinidade, terá necessariamente de ser de origem regional.

A publicação do Decreto-Lei n.º 418/83 veio concretizar essa possibilidade que se considera fundamental para o futuro dos Vinhos Verdes.

Mas o grande aperfeiçoamento dos vinhos tem de se fazer na vinha, pela sua judiciosa implantação, pela escolha criteriosa das melhores castas para cada caso concreto que se encare, pelo esmero de cultivo e por uma tecnologia bem compreendida e aplicada.


 

 

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