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    Introdução           

             Depois de décadas de ausência do nordeste transmontano, o javali parece ter regressado em força, como o comprovam as frequentes queixas dos agricultores, nas culturas de quem estes suínos saciam o apetite voraz de que são dotados. Animal furtivo e difícil de observar por parte o homem, a sua identificação é contudo muito fácil, mais não seja pelas suas parecenças com o porco doméstico: silhueta compacta e poderosa, membros curtos e fortes, ausência aparente de pescoço e cabeça grande e afunilada, conferindo-lhe um aspecto sólido e resistente.                               

            A pelagem, entre o cinzento escuro e o negro nos adultos,  é constituída por pêlos mais ou menos compridos - as cerdas - que exalam um forte odor. A pelagem  é mais densa no Inverno, apresentando um subpêlo rijo e denso que não se observa nos porcos domésticos. Até aos cinco/seis meses de idade tem uma pelagem amarelada, com riscas horizontais de cor castanho-claro no dorso. Os machos chegam a medir 150 cm  e a ultrapassar os 100 kg de peso; as fêmeas, de menores dimensões, medem entre 120 e140 cm e pesam cerca de 80 kg.

            O javali apresenta uma actividade essencialmente crepuscular e nocturna. Durante a maior parte do ano verifica-se e existência de dois grupos sociais distintos, um constituído por fêmeas com crias e juvenis de ambos os sexos e outro por machos adultos e sub-adultos, que  apenas se aproxima do grupo de fêmeas e jovens na época da reprodução. Ocorre por vezes a presença de machos adultos solitários.

            Tal como o porco doméstico, também o javali é um animal omnívoro, mas sobretudo herbívoro; assim, os elementos constituintes da sua dieta são frutos, raízes, bolbos, tubérculos, partes aéreas de pequenas plantas, larvas de insectos, pequenos vertebrados (ratos, lebres, coelhos), ovos e mesmo cadáveres de outros animais. Regista-se no entanto uma preferência nítida por bolotas, castanhas e cereais, o que produz necessariamente incompatibilidades com a exploração agrícola. Em termos de habitat, esta espécie necessita sobretudo de dois elementos: extensas zonas de abrigo - essencialmente constituídas por matos cerrados - e presença de água.

            Tem os sentidos da audição e do olfacto bem desenvolvidos, ao contrário da visão. Tem também um paladar excepcional, chegando a distinguir diferentes qualidades de batatas.

            A época da reprodução é entre Novembro e  Janeiro. A gestação tem uma duração de 110 a 130 dias, ocorrendo pois os nascimentos entre Fevereiro e Abril. Cada fêmea tem uma a duas ninhadas por ano, sendo cada uma delas constituída por duas a sete crias. Tanto os machos como as fêmeas atingem a maturidade sexual com 8 a 10 meses de idade.

            Em cativeiro podem atingir a idade de 20 anos, mas em liberdade vivem apenas um máximo de 8-10 anos, sendo a caça a principal causa de mortalidade.


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