.... SABER COMER E SABER BEBER ............................... Bom serviço na restauração

Ostras

 

Molusco bivalve de excepcional valor gastronómico, tem lugar de destaque na culinária, pela excelência do seu paladar.

           Fácil de diferir é um excelente aperitivo. As mais famosas são as de “Ostende”, e  em Portugal, as dos viveiros de Setúbal e Montijo.
           Sujeitam-se a várias confecções, porém, o seu ponto mais alto é atingido quando servidas ao natural, sobre gelo, regadas com sumo de limão e acompanhadas de fatias de pão integral, barradas com manteiga.


Quer seja para comer cruas ou cozidas, as ostras devem ser vivas. Uma ostra com a concha aberta está morta . Uma maneira segura de verificar se as ostras estão vivas, é bater duas ostras uma contra outra o som obtido deve ser igual ao de bater duas pedras, caso emita um som oco, uma das duas ostras não está bem fechada e portanto deve estar a morrer.

As ostras são moluscos pertencentes à família Ostreidade e à ordem Ostreoida. Estes moluscos desenvolvem-se em águas marinhas dentro de conchas de formatos irregulares e desiguais entre si. Estas conchas são muito calcificadas e mantêm-se fechadas graças a um músculo adutor. Seu corpo é mole e é constituído de boca, estômago, coração, intestino, rins, gônadas (órgãos sexuais), guelras, músculo adutor, ânus e manto.

As ostras podem ser encontradas em todos os mares do mundo, menos em águas muito frias e/ou poluídas. No início, estes moluscos vivem soltos nas águas e na areia e com o passar do tempo fixam-se nas rochas. Seus principais predadores são, além do homem, diversas espécies de peixes, a estrela do mar, caranguejos e outros tipos de moluscos. Hoje, os maiores produtores de ostras são: Portugal, Itália, França, Inglaterra, Holanda e Bélgica.

Para se alimentar, a ostra abre as conchas e suga a água para dela retirar seus nutrientes (plâncton, algas e alimentos diversos em suspensão) que ficam presos no seu muco e de lá são transportados até a boca. Quando a temperatura passa dos 10°C, as ostras costumam ingerir mais alimentos, chegando a filtrar, cada uma delas, até 5 litros de água por hora.

A ostra não é o único molusco capaz de fazer pérolas (o mexilhão também pode, por exemplo, embora isto ocorra mais raramente). A “fabricação” da pérola dá-se quando alguma substância estranha entra em contacto com o corpo da ostra. Como consequencia, a ostra produz uma espécie de resina chamada de madrepérola que envolve o agente invasor, seja ele sólido ou líquido. Com o passar do tempo, a crescente solidificação da madrepérola transforma-se em pérola, cujas cores podem ser bem variadas: preta, branca, cinza, vermelha, azul e verde. As pérolas utilizadas para fazer jóias são aquelas com formato bem esférico e feitas por um tipo especial de ostras chamadas de ostras aladas.

Existem no Pacífico Sul, um tipo de ostra gigante chamada Tridacna, seu peso pode chegar a 500 kg. Este animal alimenta-se de algas que nascem no interior de sua concha e a ostra também produz substâncias úteis às algas, constituindo, assim, uma relação perfeita.

Apesar da aparência não muito agradável, a ostra é um molusco muito apreciado na culinária por diversos povos (há evidências de caçadores de ostras em várias civilizações costeiras da pré-história).
Este marisco oferece proteínas, vitaminas B e uma quantidade excepcional de minerais.
Contém uma quantidade elevada de zinco, sendo óptimas para aumentar a imunidade e melhorar a qualidade do esperma.
RICA em :Vitaminas A, B3, B12, C, D, E, cálcio, iodo, ferro, magnésio, selénio, zinco,ácidos gordos essenciais ómega 3.

 

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Raul Manuel Valente

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