.... SABER COMER E SABER BEBER ............................... Bom serviço na restauração

Atitudes do profissional

1— Acolher e atender os clientes que entrem na sala, sobretudo se forem desconhecidos, com demonstrações de simpatia e natural consideração, mas sem servilismo, é dever dos chefes e de todos os empregados. Se o cliente não tiver mesa reservada, o chefe de turno ou outro empregado de mesa deve indicar-lhe uma mesa livre, onde possa ser servido ou aguardar uns instantes. O cliente abandonado, à espera, ressente a falta de atenções, sente-se mal recebido e não perdoa a falta de entusiasmo ou simpatia para o receber;

2— Saudar os clientes que entram ou saiem, com uma leve inclinação do corpo e clara manifestação de respeito, com olhar franco e resto alegre, são atitudes próprias do acolhimento correcto praticado por um empregado consciencioso;

3— O cliente deve ser considerado e tratado como um nosso convidado: saudemo-lo com um sorriso cordial e franco, tida como a mais expressiva forma de amabilidade que, para um estranho, representa também amizade. Sempre que possível, cumprimentemos o cliente utilizando o seu nome, porque para todos nós a mais bela palavra é ainda o, próprio nome. Cultivemos, por isso, a memória dos nomes e apelidos;

4 — A posição profissional correcta — corpo direito, calcanhares unidos sem esforço e braços pendentes de forma natural — deve ser mantida sempre que se fale ou se recebam ordens dos clientes ou superiores. O pôr das mãos nas cadeiras, nas mesas ou nas paredes, como que a servirem de encosto ou bordão, mostra evidente apatia, falta de interesse pelo trabalho e até desrespeito. O empregado de mesa, pelo contrário, deverá mostrar que é activo, atento e deferente;

5 — Ao tomar um pedido do cliente, o empregado não se deve dobrar ou deitar para cima da mesa. Pratique-se a posição correcta atrás indicada e, sempre que possível, coloque-se à esquerda, tendo, porém, apresentado a lista ou ementa pelo lado direito, salvo quando sentados nas mesas encaixadas ou entre convivas, casos em que, evidentemente, se apresentará pela frente ou pela esquerda, conforme seja mais funcional;

6— Os clientes idosos, os doentes e os aleijados devem ser ajudados a sentar-se e colocados, se possível, em sítio pouco visto, para que se sintam mais à vontade e com mais conforto. Evitem-se os locais sujeitos a abaixamento de temperatura e correntes de ar, sobretudo para os de mais avançada idade ou doentes;

7— As crianças precisam de ser ajudadas a sentar-se nas cadeiras que lhes são próprias (que todos os bons restaurantes devem possuir) ou, na sua falta, busquem-se almofadas para se pôr nas cadeiras normais e, deste modo, fiquem mais altas, para melhor se acomodarem às mesas. O empregado de mesa deverá ainda oferecer-se para lhes colocar o guardanapo ou babeiro, substituindo-o quando demasiado enxovalhado, para que não causem má impressão nos outros convivas, bem como ajudar no corte dos bocados maiores dispostos nos seus pratos.

8— Não correr nas salas ou em qualquer dependência do serviço. O bom empregado trabalha e anda com confiança, sem arrastar os pés, ou a correr. Seja-se activo, mas não corredor;

9 — Não conversar com os clientes durante muito tempo, porque de contrário o serviço, dos outros convivas não pode ser feito e, com razão, os clientes ressentem-se;

10 — Se o conviva não comer a iguaria que lhe foi servida, pergunte-se-lhe, delicadamente, se deseja outra. Pode não ter comido por falta de apetite, mas também pode ser por deficiência de preparação, circunstância esta que é conveniente comunicar ao superior hierárquico, para que tome as necessárias providências;

11— Correcção e delicadeza são qualidades pessoais que devem manifestar-se com evidência e muito naturalmente, não só para com os clientes, mas também, com os companheiros de trabalho, sobretudo com os novos na casa, pois estes precisam muito da nossa ajuda e cooperação;

12— Cooperação perfeita entre empregados, especialmente entre os que trabalham em turnos próximos, é uma característica profissional que distingue o bom do mau colega. Ajudar um empregado sobrecarregado provoca, no cliente que tal observa, um sentimento de respeito e admiração pelo empregado que presta esse auxílio e aumenta nos superiores a consideração devida a esse colaborador prestimoso.

 

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Raul Manuel Valente

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