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Vespa asiática

     A vespa-asiática (nome científico: Vespa velutina) é uma espécie de vespa nativa do Sudeste Asiático. Em alguns países trata-se de uma espécie invasora que constitui uma preocupação séria das autoridades devido à sua acção predadora que põe em perigo as abelhas autóctones]. É uma praga que pode dizimar um enxame das europeias em poucos dias.

     A Vespa velutina é ligeiramente mais pequena do que vespa europeia. Geralmente as rainhas medem 30 mm de comprimento, os machos cerca de 24 mm e as obreiras cerca de 20 mm. A espécie apresenta patas amarelas características. O tórax é castanho ou preto e o abdómen castanho. Cada segmento abdominal apresenta uma borda posterior amarela e estreita, exceto o quarto segmento, que é cor-de-laranja. A cabeça é preta e a face amarela. As várias formas regionais diferem significativamente na cor, o que causa dificuldades na classificação.

     A variedade que causa problemas de invasão na Europa é a Vespa velutina nigrithorax. Os seus ninhos podem conter até cerca 2200 vespas. Destas 150 são fundadores de novas colmeias que, no ano seguinte, poderão criar pelo menos 6 novos ninhos.

     A Vespa velutina nigritorax chegou à Europa por via marítima, em 2004. As autoridades francesas desconfiam que vieram num carregamento de bonsai, proveniente da China e descarregado em Bordéus. Nesse ano, eliminaram três ninhos.       Em 2005, cinco. Mas em 2006 foram detetados 223 ninhos de vespa velutina em França e, um ano depois, os animais tinham-se espalhado por metade do país: 1613 ninhos.

Em setembro de 2011 um apicultor detetou um ninho de vespas perto de Viana do Castelo. Em dezembro de 2012 estavam confirmados nove ninhos no Alto Minho. No final de fevereiro, o número tinha subido para cinquenta. Desde essa altura, incluindo esse número, até ao final de 2015 foram registados 1215 vespeiros. Do distrito de Viana do Castelo espalharam-se para Braga e Vila Real. O problema são os ninhos na floresta. É por aí que as velutinas vão continuar a progressão para sul.

Em abril de 2017, os ninhos da vespa asiática são já muitos milhares em Portugal e a espécie está já confirmada no Porto, em Coimbra, em Aveiro, na Guarda, em Leiria, em Santarém, em Castelo Branco , em Viseu e, em alguns casos pontuais, no Alentejo.

No Oriente, as abelhas asiáticas aprenderam a defender-se das velutinas. Quando uma vespa prospetora entra na colmeia, a colónia começa por fechar-lhe a saída. Depois as abelhas rodeiam o predador e formam uma bolha ao seu redor, começando a bater as asas para criar calor. As abelhas suportam temperaturas de 42 graus, as vespas apenas de 40. Então as obreiras aquecem a temperatura da colmeia até aos 41 graus, quase se matando a si próprias para eliminarem a vespa.

 

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Raul Manuel Valente

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