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Americanos que compraram Vilamoura querem fazer "Veneza" algarvia

08-04-2015 21:53

 

 

08-04-2015 - 10:43

A venda da espanhola Lusort, dona de Vilamoura, aos norte-americanos Lone Star por 200 milhões de euros, foi uma das maiores operações da década em Portugal, mas a verdade é que está muito longe de ser uma simples transação imobiliária com mais valias apenas para as empresas.

 

"A venda de Vilamoura pode representar um momento de viragem para o concelho e para o Algarve", disse ao site de economia "Dinheiro Vivo", o presidente da câmara de Loulé, concelho onde fica situado o grande complexo turístico que é Vilamoura. 

 

Para Vítor Aleixo, esta transação vai permitir "reorganizar" a oferta e, mais importante, "pode significar uma retoma da atividade económica com uma melhoria do nível de empregabilidade. Temos hoje taxas de desemprego muito significativas", admitiu.

 

O próprio André Jordan, um dos mentores de Vilamoura, está satisfeito com a venda - mesmo tendo sido realizada por um valor baixo -, mas acima de tudo com o futuro do resort. "Dos contactos que já tive com eles, sei que estão empenhados em investir, em chamar outros investidores e em desenvolver e promover o projeto e a região", contou ainda ao "Dinheiro Vivo".

 

Para o empresário, "mais importante que o valor da venda é a venda em si e a um investidor que quer avançar com o projeto. A Lusort não estava a fazer nada". Principalmente tendo em conta que se trata de "um plano que já foi aprovado há 15 anos", acrescentou ainda o presidente da câmara de Loulé.

 

De facto, diz o advogado Miguel Marques Santos, da sociedade Garrigues, que assessorou a operação para o Catalunya Banc, esta foi a primeira vez, em pelo menos seis anos, que um investidor estrangeiro aplicou dinheiro num projeto que envolve a construção de imóveis.

 

"Os últimos investimentos que têm existido neste sector são para reabilitação ou rendimento, por exemplo, compram ativos já existentes e já a dar rendas. Mas neste caso a Lone Star entra para desenvolver de raíz e isso é muito importante para o país, porque mexe com tudo e cria emprego", disse. 

 

Aliás, para Mário Lino Dias, da mesma sociedade de advogados, "não se compra um ativo destes para o deixar parado".

 

O processo não vai, contudo, ser rápido, porque se trata de desenvolver dois mil hectares de terreno onde se podem construir até 700 mil metros quadrados de imóveis. Além disso, o que está previsto é fazer algo único em Portugal - uma espécie de cidade sobre água, onde só se anda a pé e de barco.

 

Algarve Primeiro

 

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