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Interdição da apanha do berbigão, amêijoa e ostra levantada em toda a Ria Formosa

23-04-2011 00:44

O berbigão, amêijoa-boa e ostra de toda a Ria Formosa já podem ser capturados e comercializados, mas a interdição da apanha de todos os outros bivalves mantém-se em toda a área litoral algarvia, informou hoje fonte oficial. 

Segundo fonte do Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR), as análises de biotoxinas DSP realizadas em amostras de bivalves deram resultados negativos no berbigão, amêijoa-boa e ostra proveniente das zonas de produção de toda a Ria Formosa: Capitania de Vila Real S. António (VRSA), Tavira, Fuseta, Olhão e Faro. 

A apanha e comercialização dos restantes bivalves, como por exemplo o lingueirão, mantêm-se interdita tanto na ria Formosa, como também na Ria de Alvor e em toda a área litoral do Algarve (Sotavento e Barlavento). 

Na zona litoral de Portimão/Lagos, Olhão/Faro e VRSA/Tavira está interdita a apanha e comercialização de “todos os bivalves”, inclusivamente berbigão, amêijoa e ostra. 

A interdição temporária da apanha e comercialização de bivalves na área litoral algarvia entre Vilamoura e Vila Real S. António foi imposta a 26 de março. Depois, foi alargada a toda a Ria Formosa no dia 01 de abril e no dia 08 do mesmo mês foi estendida à costa do barlavento algarvio entre Portimão e Lagos. 

A apanha de bivalves está interdita devido à presença de microalgas produtoras de biotoxinas. 

A durabilidade destas microalgas é de cerca de 15 dias e a toxina que produz provoca “efeitos diarreicos” ao homem durante dois ou três dias, explicou o IPIMAR. 

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